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Archive for the ‘ciencia e estudos’ Category

O diálogo Fédon, de Platão, é fundamental para a reflexão filosófica e metafísica do Ocidente. Nele, Sócrates – condenado pela democracia ateniense e prestes a beber a cicuta – nos demonstra a imortalidade da alma. Tal demonstração, por sua vez, é feita diante de alguns de seus discípulos que viam na eminente morte de Sócrates um motivo para grande desespero, pois perderiam seu “grande pai” nos caminhos do pensamento. Entretanto, Sócrates – nas palavras de Fédon em seu relato para Equécrates – surpreendeu: respondeu às questões e aos temores de seus discípulos com humor, bondade e ar interessado, selando – de certa forma – a “imagem” clássica do que significa, verdadeiramente, ser filósofo.

O ponto que o presente trabalho busca desenvolver é a resposta dada por Sócrates a Símias e a Cebes, uma vez que ambos aceitaram a teoria da reminiscência – não aceitando, porém, a teoria da imortalidade da alma – garantia dada por Sócrates como verdade após a morte do corpo. Assim, a teoria da imortalidade da alma está assentada em quatro pilares: a teoria dos contrários, a reminiscência, a simplicidade e a incompatibilidade dos opostos. O que faremos, é uma breve recapitulação da teoria da reminiscência e dos outros argumentos para, então, entrarmos nesse segundo momento no qual Sócrates argumenta a favor de sua teoria, fazendo com que Símias e Cebes enxerguem sua tese não com os olhos do corpo, mas sim com os olhos da alma:

Sócrates – E agora, dize-me: quando se trata de adquirir verdadeiramente a sabedoria, é ou não o corpo um entrave se na investigação pedimos auxílio? Quero dizer com isso, mais ou menos o seguinte: acaso alguma verdade é transmitida aos homens por intermédio da vista ou do ouvido, ou quem sabe se, pelo menos em relação a estas coisas não se passem como os poetas não se cansam de no-lo repetir incessantemente, e que não vemos nem ouvimos com clareza? E se dentre as sensações corporais estas não possuem exatidão e são incertas, segue-se que não podemos esperar coisa melhor das outras que, segundo penso, são inferiores àquelas. Não é também este o teu modo de ver? (PLATÃO, 1972, p. 72).

A sucessão dos contrários representa um momento crucial, e inicial, para o desenvolvimento de toda a argumentação socrático-platônica. Notamos, aqui, a herança do heraclitismo, que admite que – na realidade do devir – as coisas surgem de seus contrários. Essa seria a lei geral da natureza que possibilitaria o movimento e a dinâmica da realidade: da mesma forma que prazer e dor andam juntos – se geram um do outro – o pequeno e o grande se mantêm em relação, de modo que pensamos nos objetos grandes em contraste com os objetos pequenos e vice-versa. O que Sócrates conclui, diante da realidade que se transforma incessantemente, é que há uma sucessão infinita de contrários, que impedem a imobilidade dessa realidade: o decomposto torna-se composto, e o composto torna-se decomposto, assim como da vida sucede-se a morte e da morte sucede-se a vida. A questão, porém, é essa, segundo Sócrates (Platão, 1972, p. 79): “se dos mortos nascem os vivos, que podemos admitir senão que nossas almas devem mesmo estar lá [no Hades]?”. Mais adiante, Sócrates – ao insistir na geração dos contrários – admite que sem essa eterna compensação recíproca das gerações faltaria algo à natureza, a constância pela qual ela seria tributária:

– Cabe-te agora a vez de dizer outro tanto a respeito da vida e da morte. Não dirás, de início, que “viver” tem por contrário “estar morto”?

-É o que eu diria.

-E, em seguida, que esses estados se engendram mutuamente?

-Diria.

-Que é, por conseguinte, o que provém do que está vivo?

-O que está morto.

-E do que está morto, que é que provém?

-Impossível – disse Cebes – não admitir que é o que está vivo.

-É, pois, de coisas mortas que provêm, Cebes, as que têm vida, e, com elas, os seres vivos?

-É claro.

-Quer dizer, então, que nossas almas existem no Hades.

-Parece mui verossímil.

(Ibid., p.80)

E:

-Das duas gerações, enfim, que aqui temos, não há pelo menos uma que não nos deixe dúvida sobre sua realidade? Por que o termo “morrer” penso, está fora de dúvida! Não está?

-Sim, absolutamente certo.

-Que faremos, então? Não o compensaremos pela geração contrária? Porque, se não fosse assim, a Natureza seria coxa! Ou, pelo contrário, será preciso supor uma geração contrária ao “morrer”?

-Isso é, segundo penso, absolutamente necessário.

-E qual é essa geração?

-É “reviver”.

-Por conseguinte – continuou Sócrates – uma vez que “reviver” existe, não se poderá dizer que o que constitui a geração dos mortos para os vivos é precisamente “reviver”?

-Evidentemente.

(Ibid., pp 80-81)

Dessa maneira, Sócrates admite que as almas, dos mortos, existem em algum lugar: invisíveis aos olhos do corpo, mas visíveis aos olhos da alma. Daí, partindo dessa existência invisível, elas poderiam retornar para o nosso mundo no momento da geração da vida. Abre-se aqui o caminho, também, para a discussão da teoria da reminiscência, uma vez que ela se articula com a existência das almas antes das mesmas incorporarem-se e constituírem “novas” vidas. Resgatando teses defendidas em outros diálogos, como o Fédro, Sócrates relembrará e desenvolverá a questão que gira em torno da reminiscência: a de que “todo conhecimento é um reconhecimento”.

Partindo da ideia de que corpo e alma são coisas que se opõem, mas que coexistem no homem, Sócrates partirá para a análise de como podemos estabelecer relações entre as coisas sensíveis, mesmo que elas – pelo fato de serem sensíveis – não nos possam oferecer nenhuma verdade em si mesmas (sendo apenas cópias de algo verdadeiro e imutável). A análise de tal problema partirá das coisas sensíveis para a apreensão de uma realidade que é mais verdadeira, a saber, o mundo das ideias (Topos Uranos). Longe, porém, de se utilizar de uma imagem como a da Alegoria da Caverna, Platão nos deterá no modo como apreendemos as semelhanças e as diferenças entre os objetos sensíveis, no qual trazemos a visão obscura da essência (que será relembrada no contato com o objeto): ela, aqui, é o alicerce que nos permite fazer essas apreensões.

A apreensão, por exemplo, de objetos de tamanhos diferentes – imagem utilizada pela personagem Sócrates – nos levanta a seguinte questão: se, acerca de objetos sensíveis, dizemos que um deles é maior em relação a um e menor em relação a outro, poderíamos afirmar que esse objeto possui alguma das duas qualidades em si mesmo? De tal questão, Sócrates afirma a impossibilidade de formar as ideias, de Grande e Pequeno, a partir da experiência sensível de objetos que se apresentam como grandes ou pequenos apenas em relação: seria preciso que nossa alma já tivesse contemplado a essência do Grande e do Pequeno. Assim, é estabelecida uma distinção entre a ideia e as coisas que lhe são semelhantes – a primeira sendo sempre igual a si mesma e imóvel só pode ser apreendida pela alma e as segundas se vinculam à primeira pelo que chamaremos de participação.

Os objetos sensíveis que participam das ideias nunca as esgotam: a alma compreende que tais objetos desejam esgotá-las, mas nunca completam tal projeto. Sendo sempre iguais a si mesmas, as ideias são simples, imóveis e só podem ser apreendidas pelo intelecto, permanecendo sempre na identidade: o Grande em si, o Pequeno em si, o Belo em si, etc – não as percebemos através de nossos sentidos, mas eles nos despertam para o reconhecimento de uma contemplação anterior à própria vida:

-Assim, pois, antes de começar a ver, a ouvir, a sentir de qualquer modo que seja, é preciso que tenhamos adquirido o conhecimento do Igual em si, para que nos seja possível comparar com essa realidade as coisas iguais que as sensações nos mostram, percebendo que há em todas elas o desejo de serem tal qual é essa realidade, e que no entanto lhe são inferiores!

-Necessária consequência, Sócrates, do que já dissemos.

(Ibid., pp. 84-85)

E mais adiante:

-(…) é uma necessidade lógica que tenhamos nascido com esse saber eterno, conservando-o sempre no curso de nossa vida.

(Ibid., p.85)

A essa simplicidade e essencialidade – que são invisíveis aos olhos da carne, mas apreensíveis aos olhos do intelecto (mesmo que de maneira obscura – uma vez que partimos de objetos sensíveis que nos despertam para uma realidade superior) – Sócrates identificará a alma. E ela, por sua vez, se identificaria com a ideia, uma vez que ambas são indestrutíveis. Ou mais: uma vez que é por meio da alma que conhecemos a ideia, poderíamos deduzir que elas compartilham uma mesma natureza ou pelo menos algo em comum.

Chegado nesse ponto – e diante das demonstrações de Sócrates –, Símias e Cebes se encontram convencidos acerca da teoria da reminiscência. Os discípulos de Sócrates, porém, não se convenceram da afirmação de que a alma, mesmo após a decomposição do corpo, se mantenha una, indestrutível e que não se desgaste ao longo de seus renascimentos. As objeções de Símias e Cebes, por isso, visam atacar a última das grandes teorias defendidas por Sócrates: Símias exalta a impossibilidade de a alma continuar existindo após a morte, uma vez que – comparativamente – a harmonia seja produzida pela lira e não o contrário. Cebes, por sua vez, levanta a questão de que, mesmo que a alma preexista ao corpo e que se dirija ao Hades após a morte, isso não implica que a alma não sofra uma espécie de desgaste e que, ao fim – em seu desgaste máximo –, deixe de existir.

Sócrates, jovial e alegre com as últimas e mais ferozes objeções, responderá aos questionamentos de seus discípulos, colocando em jogo uma das maiores discussões da metafísica e da filosofia, uma vez que demonstrará – com a força da razão e dos argumentos – a imortalidade da alma. Para Símias – que apresentou, das duas, a mais fraca das objeções – Sócrates fará uso do seguinte argumento: da lira segue-se o som, e deste constitui-se a harmonia: isso é algo certo, mas não podemos jamais deduzir que com a alma se passe a mesma coisa. Se a harmonia e o som seguem-se da lira; e se a lira sofre algum dano em suas cordas – perturbando o som e a harmonia – não podemos se utilizar desse fato e compará-lo ao estatuto da alma:

-Pergunto se, quando os elementos estão de acordo, se a harmonia também não existe mais ou menos? E quando mais fracos e menos extensos, se a harmonia também não é mais fraca e menos extensa?

-Claro!

-E com a alma se passará o mesmo? É o fato de uma alma ter, no menor de seus elementos, em grau mais elevado do que outra, mais extensão e mais grandeza ou menos extensão e mais fraqueza, que precisamente constitui o que ela é, a saber, uma alma?

(Ibid., p.105)

Assim, Sócrates – demarcando a essencialidade da alma –, combate o argumento de Símias, uma vez que nossa parte divina constitui-se numa ordem diferente, possuindo uma realidade que lhe é própria: a alma não segue, necessariamente, as paixões do corpo – muitas vezes, e na maioria delas, ela as contraria, assim como afirmará o filósofo que está prestes a beber a cicuta. A alma não pode ser encarada como “a harmonia do corpo”, na medida em que ela não nasce dele, mas lhe é anterior – como foi demonstrado na teoria da reminiscência.

Em sua resposta a Cebes, Sócrates partirá para a análise das ideias – uma vez que elas se identificam com a natureza da alma. Ao nos lembrar que o Belo em si, o Grande em si e o Bom em si existem, Sócrates visa demonstrar que a alma é imortal: o que o fará mencionar, consequentemente, a teoria da participação. Os objetos que participam das ideias obedecem à dinâmica da corrupção e geração, da sucessão dos contrários, mas a ideia – que é idêntica a si mesma – não se submete a uma geração a partir de seu contrário.

Sócrates se utiliza do seguinte exemplo: se um indivíduo é grande em relação a um e pequeno em relação a outro é porque, em relação, se sobrepõe à pequenez de um e se subjuga à grandeza do outro, não existindo simultaneamente no mesmo indivíduo na mesma relação. Ou seja, as qualidades se sucedem, mas o mesmo não acontece com “os próprios contrários que estão dentro de uma coisa e lhe dão nome”:

-Digo isto, porque desejo que tenhas a mesma opinião que eu. Pois, quanto a mim, parece-me claro isto: a grandeza em si jamais consente em ser simultaneamente grande e pequena. Da mesma forma procede a grandeza, nunca admitindo a pequenez nem desejando ser ultrapassada, mas optando por uma destas alternativas: ou se retira e foge quando seu contrário, a pequenez, se aproxima – ou, então, cessa de existir quando aquela avança. O que admite e aceita a pequenez jamais deseja ser outra coisa senão o que é. Eu, por exemplo, havendo admitido e aceitado a pequenez, continuo a ser o que sou, pequeno; mas a grandeza em si não suportou ser grande a ao mesmo tempo pequena; e, da mesma forma, a nossa pequenez jamais deseja tornar-se ou ser grande; aliás, nenhuma outra coisa deseja, enquanto existe, tornar-se ou ser o seu contrário, mas se retira ou se destroi quando isso acontece.

(Ibid., pp.115-116)

Da mesma forma, acontece com o fogo: não se confundindo com o calor, mas participando da ideia desse último, ele jamais aceita a ideia de frio. Entretanto, quando o frio se aproxima, o fogo (Ibid., p.117) “retirar-se-á ou deixará de existir, mas nunca se resolverá a aceitar o frio e continuar ao mesmo tempo a ser o que era, fogo e frio”. Com a ideia de três também se sucede a mesma coisa: além de conter a sua própria ideia, o número três contém a ideia de ímpar – assim, jamais poderá se aproximar da ideia de par. Podemos, também – inversamente – dizer que a ideia de par jamais se aproximará do número três, uma vez que o três participa da ideia de ímpar. Completa Sócrates:

-(…) não é somente o contrário que não recebe em si o seu contrário, mas o mesmo acontece também a coisas que, sem serem mutuamente contrárias umas às outras, possuem sempre em si os contrários, e as quais verossimilmente não receberão jamais uma qualidade que seja o contrário da que nelas existe (…).

(Ibid., p. 118)

E:

-(…) que é que entrando num corpo o faz quente? Não te darei aquela resposta certa, mas simples, que é o calor, mas responder-te-ei com uma mais hábil, dizendo que é o fogo. Perguntas: que é que, entrando num corpo, o torna doente? Não direi que é a doença, mas a febre. Da mesma forma, não irei declarar que um número se torna ímpar devido à imparidade, mas sim devido à unidade, e assim por diante. Examina, entretanto, se compreendeste bem o que quero dizer!

-Compreendi suficientemente – Respondeu Cebes.

-Então responde-me, se puderes: qual é a coisa que, entrando num corpo, o torna vivo?

-A alma.

-Mas é sempre assim?

-Como não!

-Portanto a alma, empolgando uma coisa, sempre traz vida para essa coisa?

-Sempre traz vida!

-Existe um contrário da vida, ou não?

-Existe.

-Qual é?

-A morte.

-Não é verdade que a alma jamais aceitará o contrário do que ela traz consigo?

-Decididamente!

-(…) Bem, e ao que não admite a morte como chamaremos?

-Imortal.

-A alma não admite a morte, pois não é?

-É.

-Logo, a alma é imortal?

-É imortal!

-E, então, afirmaremos ou não que isso está provado? Que achas?

(Ibid., pp. 118-119)

Pelo fato da alma participar da essência da imortalidade – “o imortal é indestrutível” – ela não pode aceitar, de forma alguma, o seu próprio perecer, a sua destruição. Através da incompatibilidade dos opostos, Sócrates argumentará que – com o sobrevir da morte – a alma foge rapidamente do corpo morto, pois não admite misturar-se com seu contrário: o perecimento do corpo não nos permite afirmar que a vida, enquanto essência se torne o seu contrário.

Símias, Cebes e os demais discípulos de Sócrates, convencidos de tal argumentação, não conseguem – porém – conter as lágrimas diante do fato de que seu grande mestre, minutos após beber a cicuta, viria a morrer. O diálogo Fédon, representa um momento decisivo e um dos pilares nos quais a tradição de pensamento ocidental irá se apoiar. Assim morre Sócrates, julgado por corromper a juventude de sua época e por filosofar em praça pública. Entretanto, morrendo pela busca da verdade e pelo ideal filosófico, entrou para a história do pensamento – conquistando a imortalidade em nossa história – como um dos maiores filósofos de todos os tempos.

Bibliografia:

Platão. Fédon. In: Diálogos/ Platão; seleção de textos de José Américo Motta Pessanha; tradução e notas de José Cavalcante de Souza, Jorge Peleikat e João Cruz Costa- 5. Ed.- São Paulo: Nova Cultural, 1991. [Coleção Os Pensadores]

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Há algum tempo vi uma matéria sobre um experimento feito com arroz cozido que nos sugeria que é real a influência energética das palavras. No experimento, dois potes com arroz cozido foram etiquetados: um com a palavra AMOR e outro com a palavra ÓDIO, e houve uma diferença significativa no processo de deterioração dos dois.
Resolvi fazer o teste, queria ver aqui pertinho de mim as coisas acontecendo. Foi inacreditável o resultado. Pude mostrá-lo pessoalmente aos meus clientes de coaching, como um conteúdo adicional, que por vezes levo ao cliente.
Como foi feito:
1-      Lavei com água e detergente neutro dois potes de vidro de mesmo tamanho e suas respectivas tampas.
2-      Repeti o processo.
3-      Sequei ambos os vidros e suas tampas com papel absorvente (papel toalha)
4-      Coloquei a mesma quantidade de arroz cozido, que tinha sido feito naquele mesmo dia, 1 hora antes (melhor que sejam feitos sem sal, sem óleo ou qualquer outro tempero). Fechei os potes.
5-      Etiquetei ambos os potes. Um com a palavra AMOR e o outro com a palavra ÓDIO.
6-      Deixei ambos em cima da geladeira, pois lá receberiam as mesmas condições ambientais (temperatura e luminosidade). Uma distância pequena entre os potes, creio que uns 5cm. Chamei este local de “descanso”.
7-      Uma vez ao dia, nos 3 primeiros dias, eu retirava o pote etiquetado ÓDIO do local de descanso, me afastava dali e pronunciava sobre ele durante um minuto também, palavras negativas, xingamentos e reclamações (ex.: ódio, raiva, ressentimento, mágoa, preguiça, que porcaria, droga de vida, idiota, fraco, não aguento mais, etc). Depois disso, o pote voltava ao lugar de descanso.
8- Em seguida, eu retirava o pote etiquetado AMOR e me afastava do local de descanso para assim pronunciar sobre o pote palavras doces, gentis e positivas durante um minuto (ex.: amor, carinho, ternura, alegria, felicidade, eu amo você, você é sensacional, tenhamos fé, você é forte, etc). Depois disso, o pote voltava ao lugar de descanso.
9-      No quarto dia já havia uma diferença bem visível entre os potes. No AMOR víamos duas manchas rosadas na parte de baixo, mas o restante de arroz estava ainda claro e sem sinais visíveis de bolor. O arroz do pote ÓDIO, estava um pouco escuro por inteiro.
10-      Esperei até que completasse uma semana de descanso para fotografar.
11-   O resultado está nas fotos aí embaixo…

Dia 08/06/2014 – a preparação e início da experiência

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Dias depois

Pote de arroz com a palavra ódio

Pote de arroz com a palavra ódio

 

Pote de Arroz com a palavra Amor!

Pote de Arroz com a palavra Amor!

Como não imaginar o que acontece conosco ao ouvir ou dizer palavras negativas? Fiquei imaginando como nossas células recebem essa influência, como emana de volta ao universo esta influência… como não nos preocupar com crianças que ouvem palavras duras de pais e educadores? Fica difícil acreditar que palavras ditas “da boca pra fora” ou “apenas pra desabafar” não faça algum estrago. Qual estrago exatamente, não sabemos, pois não temos como colocar um pedaço de nós num vidro para ficar observando. E justamente por isso, fica mais fácil acreditar que “reclamar é bom pra desabafar”, que uma palavra negativa dita “sem intenção de magoar” está isenta de problema, que viver em meio a problemas é “obra do acaso” ou “castigo divino”.
Eu não sei de nada, de nada mesmo, sou uma eterna aprendiz! Mas não consigo acreditar nessas afirmações acima. Não conseguia antes, agora menos ainda!!! Cheguei a conclusão que somos o resultado do que pensamos, do que falamos e do que fazemos. Eu já achava isso, mas agora….
Se estiver descontente com o profissional que presta serviço a você, treine-o ou troque-o, mas não reclame!
Se estiver infeliz com seu trabalho, procure um coach de carreira… mas não reclame!
Tire o foco do problema!!!
E lembre-se: um coach te ajuda a colocar o seu foco na solução e a conseguir o que quer, considerando a sua forma particular de encontrar a solução, considerando o seu perfil comportamental!

Vamos Tentar?

Pesquisa feita pela Coach Patrícia Sakavicius  Coach de Carreira, Master Practitioner em PNL, palestrante e especialista em perfil comportamental.

Danyela Sullivan Life and professional Coaching (45)9954-7487

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Coaching é uma palavra em inglês que indica uma atividade de formação pessoal em que um instrutor (coach) ajuda o seu cliente (coachee) a evoluir em alguma área da sua vida.

O conceito de coaching surgiu nas universidades norte-americanas para definir um tutor particular. O coaching preparava os alunos para exames de determinada matéria. Com o tempo passou a ser usada também para se referir a um instrutor ou treinador de cantores, atletas ou atores. A palavra coaching vem da palavra inglesa “coach” e significa treinador. Esse treinador tem o objetivo de encorajar e motivar o seu cliente a atingir um objetivo, ensinando novas técnicas que facilitem seu aprendizado.

O trabalho de coaching inicia-se criando uma meta desejada pelo cliente, e essa meta pode abranger as mais diversas áreas e normalmente não existe um tempo determinado para esse objetivo ser atingido e tem o objetivo de ajudar profissionais de qualquer área a maximizar seu potencial e trazer mais resultados para sua empresa ou para o próprio desenvolvimento do seu trabalho.

Um tipo de coaching bastante procurado é o “coaching de liderança”, uma qualidade cada vez mais valorizada. No coaching de liderança, o gestor procura orientar seu colaborador no seu desempenho, usando metas claras para criar alvos mensuráveis, além de reconhecer potenciais e desenvolver competências da sua equipe. Também envolve-se na aprendizagem da sua equipe, encaminhando e recebendo comunicações para resultados excelentes.

O  coaching Pessoal aborda, como o próprio nome indica, a área pessoal da vida de um indivíduo, como os seus relacionamentos pessoais. É por isso uma área muito abrangente, porque lida com vários tipos de interação do cliente com o seu meio envolvente.

Coaching profissional, empresarial e financeiro

O coaching profissional é o processo liderado por um profissional qualificado e que utiliza metodologias, técnicas e ferramentas do coaching  para o benefício de uma empresa ou de um indivíduo, quer na sua área pessoal ou profissional. Este tipo de coaching é conhecido como “formal”, este método é pago, e existe um contrato, sessões estruturadas e reuniões para ajudar e guiar os clientes.

O coaching empresarial é um tipo de coaching para empresários e tem o objetivo de ajudá-los, através de várias ferramentas e técnicas, a desenvolver capacidades e competências para se destacarem no mundo empresarial.

O coaching financeiro é um treinamento especial que pretende capacitar de forma a alcançar resultados financeiros na área pessoal e empresarial. O coaching financeiro dura em média 90 dias, e o profissional em questão menciona e medita sobre os seus hábitos financeiros para compreender o seu momento atual. Depois de fazer isso, ele define metas concretas e faz exercícios diários que o ajudam a cumprir o seu treinamento e alcançar as suas metas.

Coaching e Mentoring

Mentoring e coaching são duas atividades que estão relacionadas. Mentoring pode ser traduzido como “tutoria” ou “apadrinhamento”. Neste caso, o mentor é um guia, um mestre, conselheiro, alguém que tem vasta experiência profissional no campo de trabalho da pessoa que está sendo ajudada. O mentoring inclui conversas e debates acercas de assuntos que não estão necessariamente ligados ao trabalho.

Ao contrário do que acontece no mentoring, no caso do coaching, o coach não precisa ter experiência na área de trabalho do cliente e em algumas áreas do coaching, o profissional pode mesmo não dar nenhum conselho ou soluções para problemas específicos relacionados com a carreira do cliente.

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